A filosofia é pródiga em conselhos para ois dois lados, dizendo ora que se deve, sim, defender as nossas idéias, ora que se deve exercitar a tolerância e não entrar em discussões inúteis. Ter uma idéia e não defendê-la é não tê-la, é abdicar dessa idéia, dizem os partidários do bloco contrário. O verdadeiro sábio não busca a verdade dentro do outro, mas a cultiva dentro de si. Não promover o bem é exaltar o mal...
Como se pode ver a discussão sobre o tema é interminável. Talvez o ponto fulcral desse tema seja a constatação de que buscar a perfeição no imperfeito é tarefa impossível. Busca-se o melhor sabendo de antemão que o ideal não está ao nosso alcance, não existe.
Você pode achar que o assunto é muito teórico, insípido, até desnecessário. Analisando o quadro em que vivemos no país, só para dar um grave exemplo, qualquer um constata que a segurança pública chegou ao caos atual, não pelos problemas sociais ou educacionais do país, mas pela mentalidade da nossa legislação. Buscou-se proteger o indivíduo, o que não é errado, mas abandonou-se o coletivo.
Em prol das chamadas liberdades individuais sacrifica-se a manada. Em prol dos maus, morrem os bons. E nossos pensadores não conseguem ver a clara inversão de valores que essa teoria carrega. Agem como se tudo estivesse certo e ajustado. Agora há pouco os juízes promoveram congresso e apontaram alguns pontos para o estado de coisas em que se encontra a segurança. Entre elas estava a constatação de que a lei é frouxa e inadequada.
Como se pode ver a discussão sobre o tema é interminável. Talvez o ponto fulcral desse tema seja a constatação de que buscar a perfeição no imperfeito é tarefa impossível. Busca-se o melhor sabendo de antemão que o ideal não está ao nosso alcance, não existe.
Você pode achar que o assunto é muito teórico, insípido, até desnecessário. Analisando o quadro em que vivemos no país, só para dar um grave exemplo, qualquer um constata que a segurança pública chegou ao caos atual, não pelos problemas sociais ou educacionais do país, mas pela mentalidade da nossa legislação. Buscou-se proteger o indivíduo, o que não é errado, mas abandonou-se o coletivo.
Em prol das chamadas liberdades individuais sacrifica-se a manada. Em prol dos maus, morrem os bons. E nossos pensadores não conseguem ver a clara inversão de valores que essa teoria carrega. Agem como se tudo estivesse certo e ajustado. Agora há pouco os juízes promoveram congresso e apontaram alguns pontos para o estado de coisas em que se encontra a segurança. Entre elas estava a constatação de que a lei é frouxa e inadequada.