Fazer o arroz-com-feijão é, muitas vezes, o que nos falta, como a expressão quer significar, fazer o básico, o essencial. Vejam, por exemplo, o nosso ensino. Pretendem ensinar muitas coisas aos alunos, o que não é um mal, mas não conseguem ensinar o básico: a ler e a compreender o que foi lido. Como se pode ensinar outros tipos de ensinamentos sem antes saber o básico?
Trocou-se o analfabeto de fato, pelo analfabeto de direito, com direito a diploma e tudo. De que vale publicar-se indices que não espelham uma realidade? Os reflexos se fazem sentir em tudo. Vejam agora nesse período eleitoral: como querer politização de um povo analfabeto? E é esse voto analfabeto que vai decidir os destinos do país. Na hora da contagem um voto de phd vale o mesmo que o de um analfabeto.
Coisas de um país de terceiro-mundo com pretensões segundo-mundistas.
Trocou-se o analfabeto de fato, pelo analfabeto de direito, com direito a diploma e tudo. De que vale publicar-se indices que não espelham uma realidade? Os reflexos se fazem sentir em tudo. Vejam agora nesse período eleitoral: como querer politização de um povo analfabeto? E é esse voto analfabeto que vai decidir os destinos do país. Na hora da contagem um voto de phd vale o mesmo que o de um analfabeto.
Coisas de um país de terceiro-mundo com pretensões segundo-mundistas.